PENSAMENTOS E POESIA
Quinta-feira, 5 de Abril de 2012
A FALTA DE PAZ - ESPIRITUALIDADE
A FALTA DE PAZ
Alma Suprema que
reges sobre o infinito
Em prece a Ti apelo
porque em Ti acredito.
Sou uma centelha das
almas em fim de Era
Onde a falta da Paz
domina esta atmosfera!
Louvo-te neste
poema que leva meu sentir
Foi em Tua honra
que o concebi como canto.
Conheces bem o
compasso de nosso evoluir
Eterno Guardião dos
Pórticos do Firmamento!
Em redor do teu
templo giram mundos diversos
Curvo-me em vénias dedicando-te
meus versos.
Na Terra sente-se a
instabilidade dum temporal
Abracemos a Paz do Espírito
Transcendental!
Rui Pais
Segunda-feira, 2 de Abril de 2012
NÃO HÁ PRAZER QUE SE COMPARE
ÀS ALEGRIAS DA ALMA...
A busca da felicidade é uma das principais fontes de infelicidade. Eric Hoffer
Não existe testemunha mais terrível - acusador mais poderoso - do que a consciência que habita em nós. Sófocles
Aquele que não perdoa destrói a ponte sobre a qual ele mesmo deve passar. George Herbert
Não há riqueza igual à da saúde do corpo, nem prazer que se compare às alegrias da Alma. Marquês de Maricá
NO COMEÇO
NO COMEÇO
Há algo nos seres humanos que não
se encontra nas máquinas, surgido há milhões de anos no processo evolutivo
quando emergiram os mamíferos, dentro de cuja espécie nos inscrevemos.
Leonando Boff
Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2012
SENDERO DEL MAGO
La Federación Galáctica fue llamada para contrarrestar las numerosas
explosiones atómicas y de hidrógeno, tanto en el suelo como en la atmósfera,
para que por medio de maquinas especiales se pudiera restaurar nuestra
estabilidad orbital planetaria. Sobre todo, estaban muy preocupados en relación
con la Bomba de Hidrógeno. Ellos consideran el hidrógeno como una sustancia
sagrada y viva. Su uso con fines destructivos hubiera podido encender todo
nuestro Sistema Solar, así como producir gravísimas repercusiones en las
órbitas de muchos sistemas solares adyacentes. De hecho, y como resultado de
nuestras explosiones atómicas y de hidrógeno, la Tierra ha experimentado
pequeños desplazamientos en su eje y está en constante peligro de inclinarse
completamente sobre sus ejes de forma prematura.
Sábado, 21 de Janeiro de 2012
ELIPHAS LEVI E A SUA OBRA SOBRE OCULTISMO
ELIPHAS LEVI E A SUA OBRA SOBRE OCULTISMO
Eliphas Lévi, nome de baptismo Alphonse Louis Constant, (8 de fevereiro de 1810 - 31 de Maio de 1875) foi um escritor francês, e ocultista.
O seu
pseudónimo "Eliphas Lévi," sob o qual ele publicava seus livros,
resultou da tradução do seu nome "Alphonse Louis" para a língua hebraica.
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Índice
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Biografia
O maior
ocultista do Séc. XIX, como muitos o consideram, era filho de um modesto
sapateiro. Tinha uma irmã, Paulina-Louise, quatro anos mais velha que este.
Desde sua infância demonstrava um grande caráter de seu talento para o desenho,
seus pais introduziram-no para o ensinamento religioso.
Depois disso,
aos dez anos de idade ingressou na comunidade do presbitério da Igreja de Saint-Louis em Lille, onde aprendeu o catecismo com o seu primeiro mestre,
abade Hubault, que fazia seleções dos garotos mais inteligentes. Eliphas Levi
foi encaminhado por Hubault ao seminário de Saint-Nicolas Du Chardonnet, para concluir
seus estudos preparatórios. A vida familiar para ele havia acabado neste momento.
No seminário, teve a oportunidade de aprofundar-se nos estudos da filologia, e
quando completara seus dezoito anos já era apto para ler a bíblia em seu
contexto original.
No ano de 1830, foi transferido para o seminário de Issy para
estudar Filosofia. Dois anos depois, ingressou em Saint-Sulpice para estudar Teologia. Foi nesse
tempo que esteve em Issy que escreveu seu primeiro drama bíblico, Nemrod. No
seminário de Saint-Sulpice criou seus primeiros poemas religiosos, considerados
de demasiada beleza.
Eliphas Levi
foi ordenado diácono em 19 de dezembro de 1835, em Maio de 1836, teria sido ordenado sacerdote, se não tivesse
confessado ao seu superior o amor por Adelle Allenbach, cuja primeira comunhão
ele havia realizado. Suas convicções receberam um choque tão grande, que Levi
sentiu-se jogado fora da carreira eclesiástica. Por resultado de uma publicação
de uns escritos de sua Bíblia da liberdade foi posto preso durante oito meses, incluindo 300
francos de multa, acusado de profanar o santuário da religião, de atentar
contras as bases que sustentam a sociedade, de espalhar ódio e a
insubordinação. Depois de tanto constrangimento, (Eliphas concluiu seus
estudos) e de tantos parênteses na sua vida, enquanto esteve preso, teve
contato com os estudos de Swedenborg. Segundo Eliphas mesmo afirmava, que, tais escritos não contêm toda a
verdade, mas conduzem os neófitos com segurança na senda.
Começo da carreira no Ocultismo
Deixando a prisão, realizou
pequenos trabalhos, principalmente pinturas de quadros, murais nas igrejas da
região e colaborações jornalísticas. Mesmo com esses contratempos da sua vida
(que os considerava materiais), não deixou jamais de enriquecer seus
conhecimentos e aperfeiçoar sua erudição. Em Swedenborg, encontrou os grandes magos da Idade Média que o introduziram no Adeptado, entre eles foram Guillaume Postel, Raymond Lulle e Henry Corneille Agrippa. Não obstante, em 1845, aos trinta e cinco anos de idade, escreveu sua
primeira obra ocultista, nomeada : O livro das Lágrimas ou Cristo Consolador.
Obras
- Dogma e Ritual da Alta Magia - link externo (em português) (e-book incompleto)
- História da Magia
- A Chave dos Grandes Mistérios - link externo (em português)
- A Ciência dos Espíritos - link externo para download do livro (em
português)
- As Origens da Cabala
- Os Mistérios da Cabala
- Curso de Filosofia Oculta
- Fábulas e Símbolos
- O Livro dos Sábios - link externo (em português)
- O Grande Arcano - link externo (em espanhol)
- Os paradoxos da Sabedoria Oculta
- O livro das Lágrimas ou Cristo Consolador
Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2012
APÓS O SOL POSTO - TEMA NOVA ERA
UM NOVO MUNDO NUMA NOVA ERA
APÓS O SOL-POSTO
Aproximou-se em
silêncio uma ave
Em busca dum galho
para um sono breve
Por entre o
arvoredo que a acolheu
Assim que poisou adormeceu!
No mesmo lugar após o Sol-posto
Agita-se um mocho
bem-disposto
Em redor esvoaçava
um morcego
Numa noite sem
atrito em sossego!
Ouviam-se os ruídos
da madrugada
O vento ecoava por
entre a bicharada
Ninguém dava pelo
passar das horas
Uma névoa espessa
aflorou das alturas!
O mocho acordado
foi repousar pela aurora
A maioria das aves partira
de forma dispersada
Afastando-se aos
poucos antes da luz da alvorada
E o clima
surpreendeu num dia tórrido a Primavera!
Rui Pais
Terça-feira, 3 de Janeiro de 2012
KRISHNAMURTI - CONCENTRAÇÃO
Krishnamurti – Concentração
não é meditação, porque, quando há interesse, é relativamente fácil concentrar-nos
em alguma coisa. Um general, ao planejar a guerra, a carnificina, está muito
concentrado. O homem de negócios que está amontoando dinheiro é muito
concentrado, capaz mesmo de ser cruel, pondo de parte todos os outros
sentimentos, para concentrar-se completamente naquilo que deseja. O homem que
está interessado em qualquer coisa, está naturalmente, espontaneamente
concentrado. Tal concentração não é meditação, é, apenas, exclusão.
Que é então meditação? Por
certo, meditação é compreensão — o meditar do coração é compreensão. Como pode
haver compreensão, se há exclusão? Como pode haver compreensão, quando há
rogo, súplica? No compreender há paz, há liberdade; uma coisa que compreendeis,
dessa coisa estais liberto. O simples concentrar-se ou rezar não traz
compreensão. A compreensão é a base mesma, o processo fundamental da meditação.
Não precisais aceitar a garantia de minha palavra, pois basta examinardes a
oração e a concentração, muito atenta e profundamente, para verdes que nenhuma
das duas leva à compreensão. Levam apenas, à obstinação, a uma fixação, à
ilusão. Ao contrário, a meditação, na qual há compreensão, há liberdade,
clareza, integração.
Domingo, 1 de Janeiro de 2012
PARA SABERMOS QUEM SOMOS - NOVA ERA
PARA SABER QUEM
SOMOS
Para saber quem
somos
Veja aquilo que
comemos…
Para entender o que
fazemos
Veja as mortes que
semeamos!
Será que para saber
ao que viemos
É preciso destruir
até perecermos.
Renascer, repetir
até entender
O modo como nos
anulamos!
Rui Pais
Terça-feira, 13 de Dezembro de 2011
DO LIVRO DO CONHECIMENTO - NOVA ERA
Ajuda-me, ó Pai, a reunir os filhos de Abraão,
Isaías, João, Amem-Ptah, Buddha, Hare, Satyasena, Krishna e inúmeros outros
Mestres, no "Ofício de Cristo", para que todos os seres vivos
divinos, que são eternos e associados a TI em planos espirituais diversos,
sejam unos na unidade Divina que permeará a Terra de modo que nenhum homem no
Oriente e no Ocidente ouse ignorar Teu Reino assim na terra como no céu.
Estamos em meio a uma mudança no código vital, e as experiências do
mundo a nosso redor em todo seu fulgor e recorrência eterna estão nos
preparando como Filhos e Filhas de Vida para despertar nosso próprio processo
criador divino, que tem sua unidade na parceria Homem/Deus.
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